A cadeia de abastecimento no setor de saúde após a pandemia do coronavírus

Diante do cenário imposto pela pandemia do novo coronavírus, percebemos que atributos que já faziam parte do DNA da White Martins, como confiabilidade, excelência operacional, segurança e atendimento a normas e requisitos nacionais e internacionais, ganharam e seguirão ganhando cada vez mais espaço na cadeia de abastecimento da saúde.

A garantia da entrega e da qualidade dos produtos e serviços – principalmente os de suporte à vida – será mais relevante e decisiva na relação entre os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS) e seus fornecedores. No mundo pós-pandemia do coronavírus, acrescentam-se ainda a melhoria das condições operacionais e de infraestrutura para o uso dos gases medicinais em cada EAS. Nesse novo modus operandi, esta adequação será primordial para assegurar excelência do atendimento e fará parte do valor agregado oferecido às corporações e aos pacientes.  

A atenção à execução das normas para infraestrutura hospitalar, por exemplo, prevista na RDC no. 50 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicada em 2002, ganha ainda mais relevância e protagonismo em um mercado cada vez mais exigente. Da mesma forma, as certificações de equipamentos e serviços e o controle de indicadores de qualidade também serão elementos fundamentais para o sucesso dos negócios.

A mudança de comportamento das pessoas imposta pelo COVID-19 impactará diretamente na relação entre hospitais, fornecedores e pacientes. Neste aspecto fundamental, para que o sistema de saúde cumpra sua função, a qualificação dos profissionais que suportam as instalações hospitalares e o correto funcionamento dos equipamentos de infraestrutura  serão vitais para cada unidade hospitalar. Além disso, as pessoas terão uma nova visão quanto ao atendimento domiciliar, pois a desospitalização fará cada vez mais parte da rotina hospitalar, assim como a telemedicina. Ou seja, a parametrização dos processos, as certificações nacionais e internacionais e o rastreamento de equipamentos serão aliados importantes para garantir excelência no atendimento domiciliar.

Uma crise com as proporções desta pandemia traz aprendizados únicos que  colaboram no longo e médio prazos para o amadurecimento de toda a cadeia de suprimentos de saúde. Teremos pela frente um futuro desafiador, mas ao mesmo tempo hospitais e fornecedores mais preparados, digitalizados e atentos às normas e padrões operacionais. A geração de valor mútuo que estamos presenciando nos faz acreditar em um futuro com perspectivas positivas para a saúde no Brasil, pois a COVID-19 está nos ensinando que princípios de valorização das boas práticas de qualidade exigem a colaboração de todos e vieram para ficar.

Lourival Nunes 

Diretor de Desenvolvimento de Negócios Medicinais da White Martins

Configuração Atual do Sistema e o Modelo da Atenção Primária

Publicações similares

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Preencha esse campo
Preencha esse campo
Digite um endereço de e-mail válido.
Você precisa concordar com os termos para prosseguir

Menu